O offboarding digital é a parte do desligamento de um funcionário que ninguém vê: fechar o e-mail corporativo, os acessos a cada plataforma, os apps que ele autorizou com a conta, as senhas compartilhadas que conhecia e as assinaturas que pagava. Esta lista cobre as 18 coisas que precisam ser fechadas, quem faz e quando, e quais podem ser feitas sozinhas.
Atualizado em 11 de outubro de 2026 · 10 min de leitura · Mekovault
Marque o que se aplica à sua empresa. “Sozinha” significa que uma ferramenta pode fazer sem que ninguém entre em um console; “guiada” significa que alguém precisa fazer, mas pode receber a tarefa com data e evidência.
Dos 18 itens, a Mekovault faz sozinha os que dizem “sozinha” no Google Workspace e nas plataformas conectadas, e transforma os “guiados” em tarefas com responsável, data e evidência. O desligamento é pedido por Pessoas ou chega da folha de pagamento (Gupy, Sólides, Feedz, Senior, TOTVS), é agendado para o último dia e executado sozinho; o gestor decide por e-mail o que acontece com arquivos e e-mail; os apps autorizados são revogados; a exclusão fica agendada para 30 dias com opção de desfazer; e tudo fica na auditoria por 365 dias. Se quiser a lista para imprimir, ela está no fim de as 21 perguntas antes de contratar.
A rescisão é o trâmite trabalhista: aviso prévio, acerto rescisório, devolução de equipamentos. O offboarding é todo o processo de desligamento, e o offboarding digital é a parte de contas, acessos e assinaturas. Na maioria das empresas o trâmite trabalhista é bem feito e a parte digital fica pela metade.
Quem sabe que a pessoa vai sair: Pessoas ou RH. A TI executa, se existir; o gestor direto decide o que acontece com os arquivos e o e-mail. O erro é a responsabilidade ficar repartida e ninguém fechar o ciclo.
Os estudos publicados falam de um terço dos ex-funcionários com acesso a arquivos do empregador anterior, e de acessos que duram semanas ou meses. O dado da sua empresa é o que importa: revise as contas suspensas e os apps autorizados este mês.